CORRUPçãO: BREVE HISTÓRIA DE UM CRIME QUE NUNCA EXISTIU
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CORRUPçãO: BREVE HISTÓRIA DE UM CRIME QUE NUNCA EXISTIU

Editorial:
OBJECTIVA
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978-989-665-895-3
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O livro que faltava sobre a corrupção, o crime invisível.

Operação Marquês, Face Oculta, Operação Furacão, Universo Espírito Santo.

Parecem títulos de policiais sumarentos mas são os nomes de alguns dos muitos casos recentes de corrupção no nosso País. Casos reais que vão destapando progressivamente o pântano da corrupção e mostrando os grupos de interesses que há quatro décadas mandam na política e na economia. Os grupos que destruíram grandes empresas, como a PT, e deixaram buracos gigantescos na Banca.

A corrupção

...obriga os portugueses a pagar sucessivas bancarrotas de bancos mal geridos...

...rouba dos cofres do Estado milhões e milhões em derrapagens de obras púbicas...

...atribui perdões fiscais milionários mas é implacável com os pequenos contribuintes...

...tem para o País um custo anual próximo dos 18 mil milhões de Euros, quase 8 por cento do PIB.

Olhemos a verdade de frente: Portugal tem um grave problema de corrupção.

Mais de 4 décadas depois da viragem democrática, pouco mudou na eficácia do combate à corrupção e aos crimes económicos a ela associados. Entretanto, vários membros da chamada elite- de políticos a governantes, passando por banqueiros, advogados e empresários -têm feito fortunas com a incapacidade do País para punir os criminosos. Apesar disso, Portugal vai ignorando mais de 70% das recomendações da União Europeia para combater a corrupção. Porquê?

De onde nasce a corrupção? O que lhe permite alastrar-se como fogo posto? E porque continuam impunes muitos dos seus mais vis protagonistas? E como podemos nós, cidadãos comuns, lutar para travar esta epidemia?

Isso é o que veremos neste livro.

«Uma justiça que não consegue explicar mistérios como o enriquecimento meteórico de alguns políticos, que não consegue explicar os milhões pagos em todo o tipo de negócios do e com o Estado, é uma justiça que não é apenas incompetente. É uma justiça controlada politicamente, por leis intencionalmente mal feitas, cheias de omissões e restritivas na possibilidade de produzir as provas dos crimes que são investigados. É uma justiça controlada por governos que andam há quase meio século a obrigá-la a mendigar meios técnicos e humanos, que metem os seus homens em lugares-chave e têm conseguido impor limitações de funcionamento impensáveis numa democracia moderna.

Isaltino Morais, Duarte Lima, Oliveira e Costa, Sócrates, Armando Vara, Berardo, Zeinal Bava, Henrique Granadeiro, Nuno Vasconcellos, Ricardo Salgado, como vimos, são apenas os rostos mais visíveis dessa galáxia de dinheiro sujo que alimenta há mais de 40 anos uma boa parte da vida política e pública de Portugal.»