MEIO HOMEM METADE BALEIA
ebook

MEIO HOMEM METADE BALEIA

Editorial:
COMPANHIA DAS LETRAS
Materia
Literatura contemporánea g
ISBN:
978-989-665-536-5
Derechos eBook:
Imprimible: Prohibido.
Copiar/pegar: Prohibido.
Compartir: 6 dispositivos permitidos.
DRM
Si
Colección:
SIN CODIFICAR
Enviar Amigo
Envíos a EspaÑa Desde 0,99€

8,99 €
0 0 comentarios
(0)

Uma narrativa notável sobre um mundo em que a desumanização parece irreversível.

Uma revelação da literatura contemporânea.

Autor vencedor do Prémio Imprensa Nacional Casa da Moeda/Vasco Graça Moura.

Num mundo em que a desumanização parece irreversível, um muro divide os homens.

Jonas e a sua jovem filha Aliss são conduzidos ao longo do imenso muro por um homem chamado Servantes. A missão é levar água aos menos favorecidos, talvez electricidade. Funcionário de uma organização internacional, Jonas debate-se com o ritmo hesitante da missão. O longo muro, o clima e a distância alimentam dúvidas sobre o significado de civilização, mas Jonas vai avançando, confortado pela pequena coragem das rotinas repetidas.

Enquanto isto, a filha torna-se mulher, devagar, tumultuosamente.

Aos desamparados, no entanto, não chegou ainda a água.

Uma desconstrução dos lugares confortáveis do Ocidente, Meio homem metade baleia é uma narrativa notável que convida a uma poderosa e necessária reflexão.

Sobre Meio homem metade baleia:
«Uma poética que arrisca alimentar e transcender o esquema das oposições, num exercício invulgar, notável e vertiginoso, que conduz a literatura para um lugar novo. (...) Há-de marcar a poesia do nosso tempo pela sua originalidade, pela sua contundência, pela qualidade, pela novidade.»
José Tolentino Mendonça, a propósito de história do século vinte

«Um primeiro livro que já impõe o nome do autor: história do século vinte, de José Gardeazabal.»
Nuno Júdice

«O que mais surpreende nesta história do século vinte, brilhante livro de estreia, distinguido com o Prémio INCM/Vasco Graça Moura, é a escala e o fôlego do seu projecto literário.»
José Mário Silva, Expresso

«Uma escrita impulsiva e livre, cara a cara com os factos.»
Jornal de Letras